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Tango
Do subúrbio a Paris


Dos prostíbulos aos salões da alta sociedade; do subúrbio de Buenos Aires a Paris. Com pouco mais de cem anos de vida, o tango percorreu um longo caminho, sofreu a ira dos defensores da moral e originou um gênero musical e um estilo de dança.

No final do século XIX, Buenos Aires era uma cidade de crescimento vertiginoso que recebia massas de imigrantes europeus, árabes e africanos. Quanto à dança, a sociedade estava dividida: a burguesia dedicava-se às polcas, mazurcas e valsas, enquanto as classes sociais inferiores dançavam o candombe uma dança na qual o casal não se enlaçava e o movimento estava mais ligado à percussão do que a melodia. Na segunda metade do século XIX, surgiram pequenos grupos. O violino, a flauta e o violão eram acompanhados de um pente unido a um papel de fumar, sem qualquer outra função a não ser a de ajudar a o ritmo. Estas curiosas formações interpretavam melodias já existentes que os dançarinos acompanhavam com a sua fusão pessoal de candombe e habanera. Pouco, foram compostas músicas para estes grupos e, por volta de 1900, uniu-se a eles o bandônio. Com ele, o tango adquiriu sua característica mais valiosa.

Naqueles anos, os imigrantes eram principalmente homens que procuravam um lugar para suas famílias, 70% da população era masculino. Com estes homens dançavam com prostitutas, eram acompanhantes que impunham, sem encontrar resistência social, uma nova maneira de dançar, em que os corpos se aproximavam mais e desenvolviam um cortejo explícito e inaceitável para a burguesia. Embora os filhos dessa burguesia freqüentassem o subúrbio para se divertir, o tango não conseguiu aprovação social em Buenos Aires. Foi em paris, cidade que em meados do século XX estava transformada em um formigueiro onde todo tipo de dança era praticado e onde os movimentos sexuais explícitos aviam conquistado todas as classes sociais, que o tango foi acolhido. Mas com fervosos detratores – o papa  Pio X lhe proscreveu e o kaiser proibiu a dança ao seus oficiais-, o tango recebeu em Paris o vernis que o tornou adequado à sociedade: tudo que chegava à Europa, por excelência, não podia ser imoral. Os primeiros tangos eram alegres e, somente a partir dos anos 20 - quando do tango dançante surgiu o tango-canção -, a música e as letras passaram a adotar o seu característico tom melancólico e catastrófico. O passo também evoluiu desde a sua primeira exuberância à estilização com que chegou até aos nossos dias.

Por que o tango?

Na Espanha do século XIX, uma ramificação do flamenco recebia o nome de tango; na África, existem alguns lugares batizados com este nome; os cubanos-espanhóis utilizavam a palavra para referir-se ao lugar em que os escravos negros faziam suas festas. Essas ilustrações são umas possíveis explicações para a origem do nome da dança, mas nenhuma foi comprovada. O tango surgiu entre pessoas de pouca instrução e, portanto, é praticamente impossível descobrir a origem da palavra.

O tango canção

Carlos Gardel (1890-1935) foi o criador do tango-canção e continua sendo sua essência. Assim como o tango, Gardel era de origem humilde. O mestre teve três nacionalidades distintas e sua criação tornou-se mundialmente conhecida. Sua obra ficou conhecida como algo entre o austero e o desesperado. Morto em um acidente aéreo aos 45 anos de idade, Gardel deixa uma herança para a humanidade de 1.500 discos.

O tango dançante

Sábado inglés, Un copetín, Armeronville são alguns dos títulos que os arrancadores atuais continuam escolhendo para divulgar o tango. Juan Maglio Pacho (1880-1934) foi um compositor tão famoso em sua época que, ao entrar em uma loja de discos as pessoas pediam: “um Pacho”. Deu à orquestra um som inconfundível com o bandônio nos joelhos, e proporcionou às suas orquestrações uma solidez que fez com que, no final do século XX, as casas discográficas reeditassem suas gravações. Assim como Gardel foi o rei do tango-canção, Juan Maglio foi um dos líderes do tango instrumental dançante. Oswaldo Fresedo (1897-1984), bandeonista e diretor de orquestra interessado nas big bands de jazz e autor de músicas célebres como El once, El espiante o Pimienta, foi seu sucessor. Entre os pioneiros da dança, um personagem imprescindível é El Cachafaz (1885-1942), que foi elevado à categoria de mito quando morreu de um ataque do coração, enquanto dançava um tango.

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Editora: DEL PRADO          

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