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Samba - A dança brasileira


Entre danças africanas, as importações européias e um particular aperfeiçoamento local, poucas danças como samba possuem uma origem tão diversificada. Depois de uma lenta introdução na Europa, o samba alcançou fama internacional graças aos musicais de Hollywood.

Os escravos negros levados pelos portugueses de Angola e do Congo ao Brasil, no século XVI, não esqueceram suas danças –catarete, batuque, embolada- consideradas pelos europeus extremamente pecaminosas porque colocavam em contato os umbigos dos dançarinos. O batuque tornou-se tão popular em terras brasileiras, que o rei português Manuel I (1469-1521) decidiu proibi-lo: colocados em círculos, batendo palmas e com instrumentos de percussão, os negros dançavam –com passos parecidos com os do charleston atual- ao redor de um casal que executava a dança que, sobre um ritmo forte, dois cantores improvisam letras em desafios poéticos.

Em 1830, surgiu uma nova dança com base na combinação destes passos com os do lundu, uma dança extremamente sensual dos bantúes – e ainda viva no delta do Amazonas e na ilha de Marajó. Pouco a pouco, a burguesia do Rio de Janeiro adotou esta dança, modificando-a para poder executá-la nas posições clássicas de salão.

Por volta de 1870, estas danças se mesclaram com a habanera e com a polca. O resultado desta fusão virou moda no Brasil com o nome de maxixe: os casais dançavam no estilo definido das danças de salão, mas incluindo freqüentes movimentos improvisados. O maxixe tinha muitos pontos em comum com o tango –e, de fato, a ele se referiam como tango maxixe. Em 1905, começou uma lenta e tortuosa introdução na Europa, a partir de uma apresentação, em Paris. Os cronistas da época descreveram o novo ritmo como uma polca dançada com habaneras cubanas. Na atualidade, o samba conserva um movimento chamado maxixe.

Em 1922, um compositor e virtuoso da flauta, entre outros instrumentos, Alfredo da Rocha Vianna (1897-1973), conhecido como Pixinguinha, chegou à Europa graças uma turnê patrocinada por um milionário brasileiro. 

Em Paris, o grupo de Pixinguinha, os 8 batutas, tinha previsto uma turnê de um mês, mas com o grande êxito da música apresentada, ampliaram a permanência em Paris para seis meses, tempo que teria durado muito mais e só foi interrompido devido a compromissos no Brasil.A febre do samba tinha chegado à Europa. Outros ritmos mais modernos –como o jazz americano na moda em Paris naqueles anos –entraram no samba e o revitalizaram notavelmente graças à grande capacidade de síntese de Pixinguinha, que se transformou a partir daquele momento no pai da música popular brasileira.

Mas o samba não era ainda uma dança de salão: as primeiras tentativas de levá-lo até ele aconteceram na segunda metade da década de 20. Nos anos 30, um subgênero do samba, o carioca foi revivido na Inglaterra e popularizado por Fred Astaire (1899-1987) e Ginger Rogers (1911-1995), em seu primeiro filme juntos, Flying Down to Rio (1933). Também, a sua popularidade aumentou em parte graças às atuações e os filmes de Carmem Miranda (1909 1955), especialmente em That Night in Rio (1941). Depois da Segunda Guerra Mundial, o samba chegou definitivamente às pistas de dança de todo o mundo.

Samba: a origem do nome

Em meados de 1870, o precursor do samba era conhecido como zemba queca, e por algumas crônicas de 1885, nas quais aparece descrito como “uma elegante dança brasileira”. É fácil deduzir que ele tenha depurado notavelmente o conteúdo erótico e ritual das danças populares. Posteriormente, o samba foi conhecido como mesemba, do qual pode ter surgido o samba atual, mesmo que isto não tenha sido suficientemente comprovado.
Próximos a ele situam-se também outras variantes como semba ou zambo, nome dado aos filhos do homem negro e da mulher nativa, o que por analogia, poderia ter sido aplicado à dança que mesclava passos africanos com passos brasileiros.

Coleção: AS MELHORES DICAS DE DANÇA DE SALÃO

Editora: DEL PRADO      

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