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Dança: Uma terapia
Esqueça os passos ensaiados, coreografia e repetição de movimentos. Diferente de qualquer aula de dança, como balé ou ritmos de salão, a dançaterapia  tem como base os movimentos criados pelo aluno. Mais do que prazer da atividade física, a dançaterapia é usada para melhorar a qualidade de vida.

“Música é a alma do trabalho. Tem de ser música de qualidade, seja clássica, moderna, jazz. Cerca de 50% do trabalho é a pesquisa musical”, afirma o dançaterapeuta italiano Pio Campo, um dos pioneiros a trabalhar com a técnica no Brasil e formado com Maria Fux, bailarina argentina de 84 anos que inventou a dançaterapia.

Com o som rolando, cabe aos alunos criar movimentos de livre expressão a partir de estímulos sugeridos pelo professor. A descoberta de novos movimentos pode ser individual, em duplas ou em grupos. “Posso propor que as mãos têm capacidade de enxergar, como se tivessem olhos, e eles movimentam esses membros para ver as partes do corpo. A dançaterapia é indicada para qualquer pessoa que queira se conhecer e proporcionar melhor relação com o corpo, com o espaço e entre as pessoas. È a possibilidade que você tem de se sentir”, diz Campo.

O curso de dança terapia segue três estágios nos quais são trabalhadas a própria consciência corporal, a convivência com outras pessoas e a integração com o meio físico. “A dançaterapia alivia tensões físicas, como estresse e cansaço. Também trabalha o lado emocional e melhora a concentração”, afirma o arte-terapeuta Renato Mota, de Santo André. A aluna Sarah Batistuzzo, 18, consegue controlar melhor seus sentimentos e atitudes no dia-a-dia. “A maioria dos exercícios exige concentração e autocontrole”, diz.

Procurada por profissionais das mais diversas áreas, a técnica é indicada para pessoas acima de 16 anos. “Às vezes uma pessoa trava em reuniões e isso é trabalhado em aula. Também aproveito situações trazidas pelos alunos. Um chefe que se incomoda em ser explosivo com os funcionários, por exemplo. Podemos simular a situação de forma teatral com o grupo. No exercício de integração, ele vai perceber que há outros recursos para controlar o impulso”, explica Mota.

No início do curso, a sala é fechada para não ferir a privacidade. Com o passar do tempo, pode receber visitantes. Tudo porque a dançaterapia também tem como objetivo superar a timidez. “Às vezes a pessoa fala bem, Mauá não consegue se expressar corporalmente. Faz uma palestra, mas não tem expressão. Com a dançaterapia ela aprende a se expor. Isso é importante, porque o corpo fala mais do que a voz”, conclui Mota.

“ EU, TU, ELES : OS ESTÀGIOS DO CURSO”
 
A duração do curso de dançaterapia varia de acordo com a evolução do aluno. O arte-terapeuta Renato Mota programou o curso para 14 sessões. “Já fiz por um ano. Também consegui resultados interessantes em workshops de três a cinco horas de duração”, diz Mota.

O curso passa por três estágios. O primeiro é chamado de ‘Eu’, quando o aluno busca contato consigo por meio de exercícios individuais. “Trabalhamos consciência de espaço, contato e desenvoltura. O aluno melhora a forma de se expressar e o físico”, afirma Mota.

O segundo estágio é o ‘Tu’, quando começa o contato entre e os alunos. “Esse trabalho dá abertura para maior convívio entre as pessoas. Todos têm um espaço físico  de acesso e o limite só é ultrapassado conforme vamos conhecendo as pessoas”, diz o arte-terapeuta.

O terceiro e último estágio é o ‘Eles”, que tem por objetivo levar o aprendizado para o convívio com outras pessoas fora da sala de aula. “uma das dificuldades  mais freqüentes é o contato com os outros, tanto físico como o diálogo. O trabalho ajuda a tirar a timidez”, diz o professor. Muitas vezes, um aluno tem de fazer um exercício sozinho no meio de uma roda, com todos observando. “Há aqueles que não querem ir. Temos de trabalhar esse bloqueio”, afirma Mota.

AULAS PARA RELAXAR

A aluna Simone Mota, 34, revela que em pouco tempo de aula consegue relaxar do trabalho estressante como supervisora administrativa “Também consigo autocontrole fora daqui. Tenho mais paciência, entendimento e me sinto mais calma”, afirma.

Existem exercícios específicos para tratar problemas como ansiedade e insônia. “Para melhorar  o sono, faço trabalho de respiração, relaxamento e alongamento. È normal o aluno dormir a noite toda, pois a aula mexe com o emocional e relaxa por completo”, afirma Renato Mota. Alguns alunos se envolvem por inteiro, como a representante comercial Luciana Barbosa Albino, 26, “Na hora da respiração, parecia que eu não estava ali. No primeiro contato com as Mauá=aos do outro aluno, senti a vibração da pessoa”.

LUTA CONTRA A MOBILIDADE

“Dançaterapia é a luta contra a imobilidade. A dança propõe um encontro com a essência da gente e proporciona mudanças na vida”, acredita o dançaterapeuta italiano Pio Campo. Por isso, a dançaterapia vai além e pode ser usada na reabilitação de deficientes físicos e mentais ou de pessoas que tiveram a mobilidade prejudicada.

  Segundo o profissional, consegue-se melhores resultados com dançaterapia  do que tratamentos físicos. “A dançaterapia mexe com o lado emocional e tudo que está ligado à vontade de melhorar fisicamente é alimentado pela emoção e pela auto-estima”.

No Centro Internacional de Dançaterapia, que fundou há dois anos na cidade de Goiás (GO), e nos cursos que ministra na Itália, Campo trabalha com pessoas que sofrem cirurgias e tiveram derrame. “Por meio de estímulos, essas pessoas começam a recuperar mobilidade e a perceber as áreas do corpo. Uma aluna italiana que fazia fisioterapia havia dois anos e não se levantava da cadeira de rodas, hoje dá alguns passos. Ela melhorou aos poucos das conseqüências do derrame”, afirma Campo.

O caminho da cura está em tirar a atenção do ponto doente e focar na parte sadia do corpo. “Você muda a abordagem da doença.A dançaterapia trabalha sobre os sentidos para reencontrar o movimento”, conta o professor, que trabalhou com mulheres em cadeiras de rodas. Segundo ele o drama dessas pessoas era saber que metades de seu corpo não se movimentava. “Elas estavam centralizadas nisso. Quando se trabalha com a parte que não está paralisada, a pessoa percebe que ainda está viva, que há possibilidade de mudar a situação.È como um ferimento no corpo, não se deve pensar o tempo todo nisso, mas no resto do corpo que está sadia”.

CONFIANÇA

Quando foi contratada para dar aula a um grupo de alunos com deficiências físicas e mentais, a professora de dança em Barueri e monitora em Santo André, Cátia Regina da Silva, 28, buscou a dançaterapia. “Eu tinha de envolver todos numa única dança. O resultado foi ótimo e hoje eles são mais confiantes”, afirma Cátia. Um dos casos mais impressionantes, segundo a professora, foi a evolução de uma aluna com paralisia cerebral e problemas físicos dançou no espetáculo e agora faz aulas de jazz. “Hoje ela brinca, coisa que não fazia. Também se comunica melhor pela fala e por gestos. Ela entende suas limitações, mas agora sabe que é possível mudar”, afirma Cátia.

SILÊNCIO

A dançaterapia também é utilizada em grupos também é utilizada em grupos de deficientes auditivos. Nesse caso, o desafio é encontrar movimentos no silêncio. “Os alunos têm de escutar a si mesmos, seguir o ritmo interno, como a batida do coração. O ritmo externo é encontrado em movimentos como o balançar de uma planta com o vento”, diz Pio Campo.

Diário do Grande ABC – Caderno Dia a Dia – Domingo 18/ 02/ 2007.

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